
2ª parte
Depois do encontro inicial, voltamos aos nossos afazeres e também para esperar o resto da família que foi chegando ainda no mesmo dia. Minha mãe me mandou para os quartos para ver se estava, faltando algo. Meu pai levou o tio Rafael e o Rick para o quintal mostrar a nova churrasqueira, bem coisa de homem.
Quando acabei de olhar os quartos pedi a mamãe para dar uma volta na praia. Ela claro deixou, mas me mandou avisar ao papai, pois ele poderia precisar de mim para algo.
Quando cheguei ao quintal estavam como hipnotizados pela churrasqueira. Deu ate vontade de rir da situação. Quando chamei saíram do transe falei que ia a praia e meu pai sempre muito cuidadoso disse que eu não iria só. Oportunidade para quem? Ricardo. Olhei logo para ele e claro, que prontamente se ofereceu para ir comigo, ótima chance para conversarmos.
Enquanto ele foi se trocar, meu pai foi buscar uma cerveja para ele e o tio , então fiquei lá escutando os elogios do tio Rafa.
- Você ta muito bonita menina.
- Faz que serie? – essas besteiras de tio.
Já estava cansada de responder a perguntas, ele só me avaliando, se bem que ele não era dos piores, ate que tava em forma, só uma barriguinha de cerveja, mas nada que atrapalhasse...
Quando o Rick chagou me pegou pela mão me chamando para ir à praia.
Fomos caminhando o Ricardo fazendo comigo as brincadeiras que fazia quando eu era criança, me abraçando e me apertando a cintura, eu ria muito ainda gostava dele me tocando. A praia era pertinho, só uns cinco minutos de caminhada. Ainda fazia um sol bem gostoso, eram mais ou menos duas horas da tarde. Escolhemos um local com uma sombra, tirei a canga e coloquei na areia para a gente sentar.
Quando olhei paro o lado o Ricardo estava com o mesmo olhar de quando olhava a churrasqueira, hipnotizado, só dessa vez era para mim. Sentei e fingi que não tinha notado.
- Senta Ricardo.
Ele prontamente sentou-se do meu lado e começamos a conversar sobre nossas vidas, como foi o curso dele nos Estados Unidos e o trabalho, como eu estava na escola, como estavam sendo nossas ferias, e notei que ele sempre levava o olhar para certas partes do meu corpo, como pernas, barriga, seios.
Queria deixá-lo louco, então me levantei e fui tomar um banho no mar, quando voltei estava com os bicos dos seios quase saltando do biquíni, que era mínimo, usava assim por causa da marquinha. Notei que ele ficou se remexendo como para esconder algo. Mas vi que estava excitado e aquilo me deixou bem contente. Continuamos conversando mais, fazendo sempre perguntas reativas as nossas vidas, ele perguntou inclusive se eu tinha namorado, quando respondi que sim notei que ouve certo ar de decepção. Quando resolvemos voltar já eram quase cinco, nesse meio tempo todo o resto da família havia chegado.
Quando os vi foi uma festa, ainda era a queridinha, e todos me adoravam.
Conversei com todo mundo, uma coisa que minha mãe me ensinou é como ser uma boa anfitriã, como estavam na nossa casa e minha mãe ocupada esse trabalho seria meu. Claro que não chegava nem aos pés dela.
Quando todos estavam em seus quartos fui tomar banho, a casa era enorme. Uma das melhores da praia. Ainda estava com o sal do mar no corpo. Entrei no meu quarto e lembro com certeza
que fechei a porta e entrei no banheiro, já essa porta eu deixei aberta.Tirei o biquíni, pendurei na porta do Box, e comecei meu banho, peguei o xampu coloquei nos cabelos, passei o sabonete no corpo todos e comecei a lembrar dos olhares do Ricardo na paria mais cedo. Os toques no meu corpo foram inevitáveis, quando dei por mim já estava tocando uma siririca lembrando do meu priminho.
Comecei a me sentir incomodada, com se tivesse alguém me olhando, hoje essa sensação não me incomoda, mas na época me senti esquisita, sai do banheiro bem rápido e pensei ter visto alguém fechar a porta do meu quarto rápido, corri para o corredor de toalha mesmo, mas não vi ninguém, pensei que só poderia ser mesmo minha imaginação na época já muito fértil, o que me fez rir de mim mesma. Entrei novamente no quarto dessa vez trancando a porta e continuei o que estava fazendo no banho.
Quando desci estavam todos conversando, já era hora do jantar, eu estava com um vestidinho amarelo de alçinha e uma calçinha mínima, parecendo uma menininha inocente, vi os olhares que os primos me lançaram, me fiz de desentendida e fui sentar com minhas primas que mesmo na praia não deixavam os computadores de lado. Estavam vendo uma noticias sobre moda, coisa de mulher e gostei e fiquei lá com elas.
Na hora do jantar sentei do lado do Ricardo que me elogiou assim que pode dizendo que estava muito bonita e cheirosa. Nossa, qualquer coisa que ele falava de deixava louca de tesão. Durante o jantar conversamos e rimos muito parecia que o mundo só era nosso (desculpem o tom melado, mas lembrem que ele foi “quase”meu primeiro amor).
Após o jantar todos foram para a área na frente da casa e ficaram la conversando. Depois de um tempinho foram dormir estavam muito cansados da viagem. Fui para o meu quarto, mas não conseguia dormir, então resolvi fazer uma coisa que ate então só fazia nos meus sonhos, fui ao quarto do Ricardo.
Só as minhas primas que era três ficaram no mesmo quarto e por que quiseram por tinham um quarto para cada uma. Me chamaram para dormir lá mas eu disse que hoje não outro dia com certeza , mas essa é outra historia.
Ele dormia só, e por sorte o quarto e dois depois do meu. Fui de fininho lá. A porta não estava trancada e entrei. Fiquei sem ar, ele estava lindo dormindo parecia um anjo(um anjo com um pau enorme e já bem excitado saindo do calção, pude notar). Ele tava sonhando com algo muito bom e gostoso pois lambia os lábios também.
Não resisti, coloquei o que restava daquele pau para fora e abocanhei com vontade, já tinha feito no meu namorado, sempre pensando no Ricardo e agora eu estava realizando meu sonho. Hum que gostoso. Ele acordou assustado. Sem ação. Mas logo teve consciência do que tava acontecendo
Me levantou dizendo que era errado. Mas mesmo eu com apenas quinze anos sabia o que queria e era ele. Tudo que ele falava era uma ação que eu fazia.
- A gente não pode é errado, eu sou teu primo. - fiquei de pé.
- Eu tenho 12 anos a mais- baixei a alcinhas do vestidinho, que caiu logo no chão me deixando totalmente nua.
A partir daí tudo aconteceu em câmera lenta. Ele me puxou e começou a me beijar. Um beijo de sonho. Me ditou na cama me acariciando, tocou meu rosto, meus seios, minha barriga, pernas.passamos muito tempo assim.
Eu não agüentava mais, tinha que chupá-lo. Ate o momento eu estava deitada na cama e ele por cima de mim. O empurrei e comecei um ótimo boquete, deixando meu primo mais duro que já tava. Depois ele veio para cima de mim novamente e foi à vez dele. Foi minha primeira gozada com uma língua, meu namoradinho ate tentou umas duas vezes, mas acho que a inexperiência não permitiu. Já o Rick não, ele era outro departamento, fazia como se tivesse nascido com o dom.
Ele foi subindo mais e começou a me beijar, adorei sentir meu gosto na sua boca. Foi tentando colocar o pau na minha xaninha, mas devo admitir que ainda fosse bem apertada, ate o momento só tinha transado com meu namorado que era um adolescente em formação, já o Rick é um homem. Um homem com um pau grosso e bem grande, nada descomunal, mas com o que eu estava acostumada era diferente sim.
Quando entrou ainda com dificuldade ele deixou um pouco parado.
-Ah como é apertadinha, prima...- e começou a entrar e sair, primeiro devagar depois rápido.
Me chamou de putinha, gostosa, cachorra e outros mais, eu adorei.
Quando ele gozou estávamos exaustos e o dia já amanhecendo, tive que sair rápido, meu pai costumava acordar muito cedo e poderia me pegar. Nos beijamos e o Rick ainda falou, passando a mão na minha bunda.
- Ainda não acabamos gostosa.
Eu ri, pois também queria, o meu cu ainda era virgem, mas não dava mais tempo. Me vesti e corri para o meu quarto, tomei banho e me deitei.
Levantei as 11:00 horas e quase todos estavam na praia menos o Rick. Mas ai é outra historia.


