quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Descobrindo a família


2ª parte
Depois do encontro inicial, voltamos aos nossos afazeres e também para esperar o resto da família que foi chegando ainda no mesmo dia. Minha mãe me mandou para os quartos para ver se estava, faltando algo. Meu pai levou o tio Rafael e o Rick para o quintal mostrar a nova churrasqueira, bem coisa de homem.
Quando acabei de olhar os quartos pedi a mamãe para dar uma volta na praia. Ela claro deixou, mas me mandou avisar ao papai, pois ele poderia precisar de mim para algo.
Quando cheguei ao quintal estavam como hipnotizados pela churrasqueira. Deu ate vontade de rir da situação. Quando chamei saíram do transe falei que ia a praia e meu pai sempre muito cuidadoso disse que eu não iria só. Oportunidade para quem? Ricardo. Olhei logo para ele e claro, que prontamente se ofereceu para ir comigo, ótima chance para conversarmos.
Enquanto ele foi se trocar, meu pai foi buscar uma cerveja para ele e o tio , então fiquei lá escutando os elogios do tio Rafa.
- Você ta muito bonita menina.
- Faz que serie? – essas besteiras de tio.
Já estava cansada de responder a perguntas, ele só me avaliando, se bem que ele não era dos piores, ate que tava em forma, só uma barriguinha de cerveja, mas nada que atrapalhasse...
Quando o Rick chagou me pegou pela mão me chamando para ir à praia.
Fomos caminhando o Ricardo fazendo comigo as brincadeiras que fazia quando eu era criança, me abraçando e me apertando a cintura, eu ria muito ainda gostava dele me tocando. A praia era pertinho, só uns cinco minutos de caminhada. Ainda fazia um sol bem gostoso, eram mais ou menos duas horas da tarde. Escolhemos um local com uma sombra, tirei a canga e coloquei na areia para a gente sentar.
Quando olhei paro o lado o Ricardo estava com o mesmo olhar de quando olhava a churrasqueira, hipnotizado, só dessa vez era para mim. Sentei e fingi que não tinha notado.
- Senta Ricardo.
Ele prontamente sentou-se do meu lado e começamos a conversar sobre nossas vidas, como foi o curso dele nos Estados Unidos e o trabalho, como eu estava na escola, como estavam sendo nossas ferias, e notei que ele sempre levava o olhar para certas partes do meu corpo, como pernas, barriga, seios.
Queria deixá-lo louco, então me levantei e fui tomar um banho no mar, quando voltei estava com os bicos dos seios quase saltando do biquíni, que era mínimo, usava assim por causa da marquinha. Notei que ele ficou se remexendo como para esconder algo. Mas vi que estava excitado e aquilo me deixou bem contente. Continuamos conversando mais, fazendo sempre perguntas reativas as nossas vidas, ele perguntou inclusive se eu tinha namorado, quando respondi que sim notei que ouve certo ar de decepção. Quando resolvemos voltar já eram quase cinco, nesse meio tempo todo o resto da família havia chegado.
Quando os vi foi uma festa, ainda era a queridinha, e todos me adoravam.
Conversei com todo mundo, uma coisa que minha mãe me ensinou é como ser uma boa anfitriã, como estavam na nossa casa e minha mãe ocupada esse trabalho seria meu. Claro que não chegava nem aos pés dela.
Quando todos estavam em seus quartos fui tomar banho, a casa era enorme. Uma das melhores da praia. Ainda estava com o sal do mar no corpo. Entrei no meu quarto e lembro com certeza que fechei a porta e entrei no banheiro, já essa porta eu deixei aberta.
Tirei o biquíni, pendurei na porta do Box, e comecei meu banho, peguei o xampu coloquei nos cabelos, passei o sabonete no corpo todos e comecei a lembrar dos olhares do Ricardo na paria mais cedo. Os toques no meu corpo foram inevitáveis, quando dei por mim já estava tocando uma siririca lembrando do meu priminho.
Comecei a me sentir incomodada, com se tivesse alguém me olhando, hoje essa sensação não me incomoda, mas na época me senti esquisita, sai do banheiro bem rápido e pensei ter visto alguém fechar a porta do meu quarto rápido, corri para o corredor de toalha mesmo, mas não vi ninguém, pensei que só poderia ser mesmo minha imaginação na época já muito fértil, o que me fez rir de mim mesma. Entrei novamente no quarto dessa vez trancando a porta e continuei o que estava fazendo no banho.
Quando desci estavam todos conversando, já era hora do jantar, eu estava com um vestidinho amarelo de alçinha e uma calçinha mínima, parecendo uma menininha inocente, vi os olhares que os primos me lançaram, me fiz de desentendida e fui sentar com minhas primas que mesmo na praia não deixavam os computadores de lado. Estavam vendo uma noticias sobre moda, coisa de mulher e gostei e fiquei lá com elas.
Na hora do jantar sentei do lado do Ricardo que me elogiou assim que pode dizendo que estava muito bonita e cheirosa. Nossa, qualquer coisa que ele falava de deixava louca de tesão. Durante o jantar conversamos e rimos muito parecia que o mundo só era nosso (desculpem o tom melado, mas lembrem que ele foi “quase”meu primeiro amor).
Após o jantar todos foram para a área na frente da casa e ficaram la conversando. Depois de um tempinho foram dormir estavam muito cansados da viagem. Fui para o meu quarto, mas não conseguia dormir, então resolvi fazer uma coisa que ate então só fazia nos meus sonhos, fui ao quarto do Ricardo.
Só as minhas primas que era três ficaram no mesmo quarto e por que quiseram por tinham um quarto para cada uma. Me chamaram para dormir lá mas eu disse que hoje não outro dia com certeza , mas essa é outra historia.
Ele dormia só, e por sorte o quarto e dois depois do meu. Fui de fininho lá. A porta não estava trancada e entrei. Fiquei sem ar, ele estava lindo dormindo parecia um anjo(um anjo com um pau enorme e já bem excitado saindo do calção, pude notar). Ele tava sonhando com algo muito bom e gostoso pois lambia os lábios também.
Não resisti, coloquei o que restava daquele pau para fora e abocanhei com vontade, já tinha feito no meu namorado, sempre pensando no Ricardo e agora eu estava realizando meu sonho. Hum que gostoso. Ele acordou assustado. Sem ação. Mas logo teve consciência do que tava acontecendo
Me levantou dizendo que era errado. Mas mesmo eu com apenas quinze anos sabia o que queria e era ele. Tudo que ele falava era uma ação que eu fazia.
- A gente não pode é errado, eu sou teu primo. - fiquei de pé.
- Eu tenho 12 anos a mais- baixei a alcinhas do vestidinho, que caiu logo no chão me deixando totalmente nua.
A partir daí tudo aconteceu em câmera lenta. Ele me puxou e começou a me beijar. Um beijo de sonho. Me ditou na cama me acariciando, tocou meu rosto, meus seios, minha barriga, pernas.passamos muito tempo assim.
Eu não agüentava mais, tinha que chupá-lo. Ate o momento eu estava deitada na cama e ele por cima de mim. O empurrei e comecei um ótimo boquete, deixando meu primo mais duro que já tava. Depois ele veio para cima de mim novamente e foi à vez dele. Foi minha primeira gozada com uma língua, meu namoradinho ate tentou umas duas vezes, mas acho que a inexperiência não permitiu. Já o Rick não, ele era outro departamento, fazia como se tivesse nascido com o dom.
Ele foi subindo mais e começou a me beijar, adorei sentir meu gosto na sua boca. Foi tentando colocar o pau na minha xaninha, mas devo admitir que ainda fosse bem apertada, ate o momento só tinha transado com meu namorado que era um adolescente em formação, já o Rick é um homem. Um homem com um pau grosso e bem grande, nada descomunal, mas com o que eu estava acostumada era diferente sim.
Quando entrou ainda com dificuldade ele deixou um pouco parado.
-Ah como é apertadinha, prima...- e começou a entrar e sair, primeiro devagar depois rápido.
Me chamou de putinha, gostosa, cachorra e outros mais, eu adorei.
Viramos e ele me colocou por cima, hum, cavalguei e gozei mais uma vez, cheguei a molhar a cama. Ele ficou mais louco ainda. Mudamos novamente de posição, dessa vez ele me colocou de quatro. Enfiava aquele mastro em mim, e ainda alisava meu cuzinho, claro já querendo ele também.
Quando ele gozou estávamos exaustos e o dia já amanhecendo, tive que sair rápido, meu pai costumava acordar muito cedo e poderia me pegar. Nos beijamos e o Rick ainda falou, passando a mão na minha bunda.
- Ainda não acabamos gostosa.
Eu ri, pois também queria, o meu cu ainda era virgem, mas não dava mais tempo. Me vesti e corri para o meu quarto, tomei banho e me deitei.
Levantei as 11:00 horas e quase todos estavam na praia menos o Rick. Mas ai é outra historia.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Descobrindo a família


1ª parte


Vim relatar uma historia que aconteceu na minha época de adolescência, embora não faça muito tempo.

Quando nasci não tinha primos da minha idade para brincar, pois nessa época já eram todos mais velhos, com no mínimo 10 anos de diferença. Todos me receberam como se fosse um presente, a bonitinha, a mimada, “olha como ela é fofinha, da vontade de passar o dia com ela no colo”, tudo era para mim, os colos, os mimos, tudo. Gostava dessa posição, ganhava muitos presentes, mesmo não sendo aniversário.

Embora às vezes fosse muito chato todos aqueles adultos se divertindo e eu tendo que ir dormir cedo. Falo de meus primos e primas. Cansei das varias vezes que os via se arrumarem para as festa, ir a paia, com suas turmas e eu, nem em sonho ou melhor só nos sonhos, porque queria estar lá me divertindo com eles e não podia.

Bem, eu não ficaria a criançinha fofinha, bonitinha, gordinha para sempre.

Cresci, já com meus 15 anos, estava com 1,60 de altura, e 50 quilos, bem distribuídos, coxas grossas, seios de adolescente em desenvolvimento, durinhos, bumbum na época eu achava muito grande, embora minha mãe muito religiosa era sempre apreciadora da beleza me achava bonita e fazia tudo para mostrar mais ainda essa beleza as pessoas. E também ouso dizer gostava de me exibir nas missas e onde me levava. Sabe aquele gostinho que toda pessoa tem quando elogia um trabalho seu bem feito. Pronto. Eu era o trabalho bem feito. Mas também não passava disso, eu a amava e ela a mim e como toda mãe queria o meu melhor. Então tipo de roupas e acessórios necessários ela me dava.

Nos morávamos no interior, então passávamos meses sem ver parte da família que moravam em outras cidades ou na capital.

Nos tínhamos uma casa na praia era o chamariz de todas a ferias, meus primos vinham todos, quase sem exceção, ate porque essa praia é conhecida mundialmente e recebe muitos turistas. Tinha um primo especialmente que eu tinha saudades, era o que me tratava melhor e as vezes ate cuidava de mim quando meus pais saiam, o Ricardo era um amor. Ele estava fora há dois anos, tinha conseguido uma bolsa numa universidade americana e agora estava de volta, ele viria com o resto da família.

Ficava imaginando como ele estaria. Mais bonito que sempre? Era impossível.

Então chegaram, eu e minha mãe já estávamos na casa a espera deles, era como se fosse uma mudança, íamos passar duas semanas e muita coisa ia acontecer.

Meu pai entrou já trazendo algumas coisas e junto com meus tios. Abracei os dois, adorava eles eram uns amores, o tio Rafael me olhou dos pés a cabeça e me elogiou muito já com segundas intenções. A tia marcela também me elogiou, mas já estava acostumada comigo por isso não notou tanta mudança. Abracei os dois e olho na porta.

- Cadê a Erika e o Ricardo. - Perguntei pela minha prima também pra não da muito na vista.

- O Ricardo já vem, ta pegando as coisas no carro, a Erika ta fazendo um curso de verão não pode vir. –falou a tia Marcela. Tudo que eu queria saber.

Quando ele entrou e me viu, teve a reação que eu sonhei. Me olhou da cabeça aos pés, igual ao olhar do pai, mas mais admirado ainda. Me abraçou e falou no meu ouvido, o que me deixou de pernas bambas e calçinha molhada: - Prima você ta muito gostosa.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O colega de trabalho


Bem essa historia aconteceu há algum tempo, mas ainda esta muito presente na minha memória.

Sou morena, 1,65 de altura, meu corpo, bem, não sou magrinha, faço mais o tipo gostosa, sempre fui assim desde minha adolescência. Mesmo agora depois de anos casada ainda conservo o mesmo corpo, só que agora mais experiente.

Para a sociedade sou uma senhora de respeito, mas entre 4 paredes solto a leoa que tenho dentro. Mesmo assim nunca deixei transpassar a ninguém só a meu marido que aproveita ao máximo tudo que lhe dou. Embora nem desconfie a capeta que sempre fui.

Mas bem, um dia estava no meu trabalho já muito cansada e pensativa, pois estavam havendo alguns problemas lá. E acabava de sair de uma reunião extremamente estressante com alguns associados da empresa.

Quando sentei na minha mesa pensei esta sendo observada. Mas deixei a impressão pra lá. Devia ser efeito da dor de cabeça que estava sentindo devido a reunião. Ainda mais trabalhando com tanta gente e com tantas câmeras, era impossível não se sentir assim. Voltei a trabalhar nos projetos que me preocupavam no computado, com o MSN interno sempre ligado.

De repente chega uma mensagem: te espero no mesmo lugar.

Me assustei, as mãos gelaram e ficaram suadas e claro a calcinha na mesma hora molhada.

Levantei da cadeira, arrumei a saia, deixei o blazer na cadeira mesmo, pois não ia custar e ninguém poderia desconfiar.

Cheguei no almoxarifado. La, o único lugar que não havia câmeras. Quando peguei na maçaneta, a porta se abriu e ele me puxou rápido pra dentro.

Foi logo usando aquela boca pra me possuir invadindo a minha. Suas mãos estavam em todos os lugares no meu corpo.

- Vou acalmar teu estresse – disse no meu ouvido.

Não consegui esboçar nem uma simples palavra, só queria ele dentro de mim.

Minha mãos já acompanhavam as dele , seu membro já estava quente, pulsante e duro, esperando minha boca e assim fiz.

Coloquei pra fora da cueca e ele pulou ao meu encontro.

Nossa... Como gostava daquilo, era lindo. Me abaixei e abocanhei aquele mastro e comecei a chupá-lo, brincava com as bola, lambia, o levava a loucura. Suguei o Maximo que pude já que nosso tempo era curto.

Ele me puxou pra cima pela mão e me encostou em uma caixas que haviam perto da parede, lá subiu minha saia, afastou minha calçinha, se é que poderia chamar aquilo de calçinha, tava mais pra fio, não gosto das marcas que as calçinha deixam nas roupas então uso as menores possíveis e ficou louco quando viu.

Abaixou-se e abocanhou minha xaninha. Olhou pra mim com aquela cara de safado que me faz delirar e disse:

- Pronta pra se acalmar? Responde...

- Sim – eu disse.

Levantou-se e enfiou aquele pau todo em mim

- Ahhh!!!

Aquele vai e vem, me fez delirar como nunca, o medo de sermos descobertos, a adrenalina me fez gozar com mais intensidade.

Mas queria ele gozando na minha boca, me abaixei novamente e coloquei novamente na minha boca, quando veio foi com força, engoli todo seu leite.

Rápido nos recompomos ele saiu primeiro, quando vi que não tinha ninguém perto também sai, quando cheguei na minha mesa tinha um recadinho:

Amanha te quero novamente pra te acalmar.

Mal posso esperar.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Dia do Amigo




Acho essa data linda.
Especialmente quando esse amigo é colorido.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Lembrança

Hoje acordei cheia de desejos.
Meu corpo latejava. Meu sexo amanheçeu molhado, cheio de tesão.
Lembrei de nossa tarde, ontem foi uma das melhores.
Me ligou e marcamos.
Na hora do encontro, fui para um lugar afastado, entrei no carro quando não tinha ninguem olhando, nossa que dificuldade.
Minha roupa? Nunca tinha ido tão determinada.
Saia. Voce nunca tinha me visto de saia?
Elogiou minhas penas, achou-as lindas e disse que eu deveria usar mais vezes. Mas...
Mas mostrei o real motivo, adivinha:
SEM CALÇINHA.
-Não acredito- falou.
Te levei a loucura.
Abocanhei teu instrumento e so larguei quando chegamos ao motel. Nossa.
Voce chegou tão louco que transamos quase de roupa. Quase não deu tempo tirar as peças.
Me jogou na cama e me chupou e lambeu como se estivesse em um deserto.
Ahhhh
Quando lembro fico ...
Me comeu.
Formas possiveis?
Todas.
Montei, Fiquei de quatro, e mais...
Minha boca também trabalhou muito.
Lambi.
Cheirei.
Te fiz gozar na minha boca.
Adoro teu leite.
Amo sentir teu cheiro.

Ah . Temos que voltar, tem gente esperando, temos responsabilidades.
Voce não queria, disse varias veses no meu ouvido que me queria a noite toda. Ahhh
Se podessemos.
-Por que você ta comigo?
Isso é pergunta que se faça?

Promeiras Impressões


Resolvi escrever este blog apena por um motivo: Confessar meus sonhos e algumas realidades pelas quais passo. Agora cabe a vocês leitores imaginarem qual das duas é a verdade. E olha que tenho a imaginação fertil, mas também meu dia a dia não é nada calmo. quero tambem contar opinião de voces.